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Street art, skateboard, música e etc...
domingo, 20 de março de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Forgotten Boys
Durante os anos 90, o cenário de rock alternatio do Brasil estava completamente dominado por bandas de emocore, hardcore e guitar bands. Haviam 2 garotos completamente entediados com essa situação e não estavam entendendo nada do que se passava – eles foram crescidos ao som de gente como os Ramones, Iggy Pop, Johnny Thunders e Wayne Kramer. Não tendo onde ir para ouvir música ou assistir shows, eles etraram num estúdio para gravar um DEMO chamada “…cos revenge is sweet”, completamente influenciada pelos Ramones. Eram 3 músicas e um cover. Essa fita foi dedicada ao dead boy Stiv Bators e a Johnny Thunders, que haviam falecido no mesmo ano. Colocaram um foto 3x4 de cada um na capa e se chamaram de “Forgotten Boys” - nenhum outro nome mais apropriado – isso foi em 1997, em São Paulo.
Essa DEMO foi ouvida por poucos. Em 1998, Gustavo Riviera e Arthur Franquini tinham mais um monte de novas composições e convidaram um baixista para integrar a banda. Já no final de 1998 eles gravaram uma outra DEMO, esta com 13 músicas, se chamava “Forgotten Boys” e mesmo com apenas 50 cópias se tornou bem ouvida e bem elogiada. Com essa fita a banda começou a ganhar certa exposição na mídia e no cenário rock, aparecendo como algo “original” e “inusitado” – palavras usadas pela mídia especializada na época.
No começo de 1999 o baixista sai da banda, um amigo apresenta Chuck Hipolitho à banda em troca de um CD do Steve Stevens (que nunca recebeu). Já em 2000 eles tinham seu primeiro disco, chamado “Forgotten Boys”, lançado pela gravadora Ataque Frontal de São Paulo, especializada em Punkrock. Esse disco tomou uma semana de gravações, foram gravadas 24 músicas e apenas 16 estão no disco. Quem produziu foi Daniel Ganjaman que já trabalhou com os Racionais MCs, Planet Hemp, Sabotage, Otto e toca na banda paulistana Instituto.
No começo de 2002 Arthur deixa a banda para sua própria boa sorte, mesmo assim Gustavo e Chuck gravam sozinhos um split CD com os argentinos da banda Killer Dolls, tembém produzido por Ganjaman. Esse disco provou de alguma maneira que estavam amadurecendo e que a partir dalí nada mais os pararia. Esse disco foi lançado no mesmo ano pela Spicy Records de São Paulo. Ainda nesse ano de entra Flávio Cavichioli (que já havia tocado com os Pin Ups, IML e Dog School) e é gravado “Gimme More”, sem dúvida o trabalho de maior exposição e aprovação pela mídia e público em geral. Com esse disco a banda assina em 2003 com a No Fun Records de Detroit, EUA.
Várias fontes.
Essa DEMO foi ouvida por poucos. Em 1998, Gustavo Riviera e Arthur Franquini tinham mais um monte de novas composições e convidaram um baixista para integrar a banda. Já no final de 1998 eles gravaram uma outra DEMO, esta com 13 músicas, se chamava “Forgotten Boys” e mesmo com apenas 50 cópias se tornou bem ouvida e bem elogiada. Com essa fita a banda começou a ganhar certa exposição na mídia e no cenário rock, aparecendo como algo “original” e “inusitado” – palavras usadas pela mídia especializada na época.
No começo de 1999 o baixista sai da banda, um amigo apresenta Chuck Hipolitho à banda em troca de um CD do Steve Stevens (que nunca recebeu). Já em 2000 eles tinham seu primeiro disco, chamado “Forgotten Boys”, lançado pela gravadora Ataque Frontal de São Paulo, especializada em Punkrock. Esse disco tomou uma semana de gravações, foram gravadas 24 músicas e apenas 16 estão no disco. Quem produziu foi Daniel Ganjaman que já trabalhou com os Racionais MCs, Planet Hemp, Sabotage, Otto e toca na banda paulistana Instituto.
Zé Mazzei, Flávio Cavichioli, Chuck Hipólitho e Gustavo Rivera. |
No começo de 2002 Arthur deixa a banda para sua própria boa sorte, mesmo assim Gustavo e Chuck gravam sozinhos um split CD com os argentinos da banda Killer Dolls, tembém produzido por Ganjaman. Esse disco provou de alguma maneira que estavam amadurecendo e que a partir dalí nada mais os pararia. Esse disco foi lançado no mesmo ano pela Spicy Records de São Paulo. Ainda nesse ano de entra Flávio Cavichioli (que já havia tocado com os Pin Ups, IML e Dog School) e é gravado “Gimme More”, sem dúvida o trabalho de maior exposição e aprovação pela mídia e público em geral. Com esse disco a banda assina em 2003 com a No Fun Records de Detroit, EUA.
Várias fontes.
domingo, 3 de outubro de 2010
TRANZEUNTE ( Leozin e Castilho ) Prod. Coyote Beatz
“Essa aqui é mais uma sobre os próprios que sobrevivem a essa selva; e muitas vezes transitam mais tem idéias diferentes, sentimentos diferentes; e eles estão tão bitolados nessas coisas que eles nem conseguem enxergar a se próprios; o que eles pensam pra que eles possam alcançar algo? Então cada vez mais bitolados nessa selva de dinheiro e matéria, o TRANZEUNTE segue mais ou menos assim ... Caminhando contra o vento contra o centro e confusão mais um tranzeunte atrasado pra sua missão; mais um rosto sem nome no meio da multidão, a cabeça anda nas nuvens mais sempre com os pés no chão; percepção aguça na busca de algo novo,completo e sincera esperam que ainda seja paciente; pra seguir em frente há sempre a condição só porque nasce diferente dos que se encaixam no padrão; ter q agüentar patrão, buscar a solução pra um problema que não é seu, e ver quem venceu; passando em cima de valores de pessoas, de amores por dinheiro tendo ele como parceiro e ninguém mais, se faz sentido a barganha despreza em troca de grana, pra entrar na formação, numa gaveta num caixão, é pura ilusão, o bolso cheio de cifrão e o coração ainda vazio, no meio fio mais uma reflexão sua participação em algo que não vale a pena, essa engrenagem plena sai de encaixe coletivo como um louco pensativo, com uma garrafa de cachaça; jogado na praça enche a cara e se desliga pra não saber o que se passa eu passo o pano eu num ouvi, sei que isso daqui não é um jogo honesto, nessa apenas paciência e claridade na missão, o jogo é sujo como cada coração que nem vai de oposição, com semelhante ignorante raciocínio, coisas de menino já passei dessa fase, minha diversão é na base e as vezes com ela invertida, domínio da palavra da rima que vai em cima, da batida que te faz pensar além, além de uma mensagem na guerra pedindo paz, a voz que te alerta camarada que seu mundo você é quem faz.
Seu mundo você é quem faz, o seu mundo é você, só depende de você, do seu esforço, seu empenho e ninguém mais.
Tentando te fazer refletir, tentando te fazer entender que só depende de você
e que entre varias idéias diferentes varias pessoas diferentes quem manda no seu mundo é você, seu mundo você é quem faz; transitando em meio o transito no centro da cidade escondo da fumaça da mentira pra encontrar com a verdade, na idade que já to, no meio dos moleques me sentindo um vovô, vou pra 7 e meu estresse some do mesmo jeito quando eu pego o microfone, o nome é dito Deus; em tanta crença de espírito eu agradeço ao meu, nem arrisco de gastar a minha voz, com muitos que dizem que estão comigo é nos, esquenta não quando acontece merda eu to sozinho na multidão; se o pensamento é um cifrão no bolso nem ouço ta osso camarada a vida é uma jangada; você é que escolhe a direção seu esforço e seu empenho transforma em determinação; de pé esquerdo na frente do poste me sinto um lorde, isso não é esporte e sim estilo de vida que escolhi pra mim; pra alcançar o céu com os pés no chão; e na hora de ser regular viro goofy em posição trocada ou base invertida, melhor que viver a vida sem saber se a saída está numa matéria é ver quem está contido pelo mesmo sentimento que corre na artéria, se a miséria impera pela falta de raciocínio; melhor pensar ao meu redor quando entendo o sentido de domínio, dominando medos e cisma de mais uma rima que leva o meu inconsciente, somos todos tranzeunte transitando em nossas mentes, sementes serão semeadas quando cada um regar com água e esperar, levadas mudam a atmosfera de stereo pra mono. Não quero ser dono do mundo mais sou o filho do dono!”
( créditos letra, Rique Braher )
Seu mundo você é quem faz, o seu mundo é você, só depende de você, do seu esforço, seu empenho e ninguém mais.
Tentando te fazer refletir, tentando te fazer entender que só depende de você
e que entre varias idéias diferentes varias pessoas diferentes quem manda no seu mundo é você, seu mundo você é quem faz; transitando em meio o transito no centro da cidade escondo da fumaça da mentira pra encontrar com a verdade, na idade que já to, no meio dos moleques me sentindo um vovô, vou pra 7 e meu estresse some do mesmo jeito quando eu pego o microfone, o nome é dito Deus; em tanta crença de espírito eu agradeço ao meu, nem arrisco de gastar a minha voz, com muitos que dizem que estão comigo é nos, esquenta não quando acontece merda eu to sozinho na multidão; se o pensamento é um cifrão no bolso nem ouço ta osso camarada a vida é uma jangada; você é que escolhe a direção seu esforço e seu empenho transforma em determinação; de pé esquerdo na frente do poste me sinto um lorde, isso não é esporte e sim estilo de vida que escolhi pra mim; pra alcançar o céu com os pés no chão; e na hora de ser regular viro goofy em posição trocada ou base invertida, melhor que viver a vida sem saber se a saída está numa matéria é ver quem está contido pelo mesmo sentimento que corre na artéria, se a miséria impera pela falta de raciocínio; melhor pensar ao meu redor quando entendo o sentido de domínio, dominando medos e cisma de mais uma rima que leva o meu inconsciente, somos todos tranzeunte transitando em nossas mentes, sementes serão semeadas quando cada um regar com água e esperar, levadas mudam a atmosfera de stereo pra mono. Não quero ser dono do mundo mais sou o filho do dono!”
( créditos letra, Rique Braher )
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